Você envia a conta de luz
De preferência as 3 últimas. A nossa engenharia analisa o consumo, o tipo de telhado (cerâmico, metálico ou fibrocimento) e devolve o orçamento pronto, sem custo e sem compromisso.
Projeto, engenharia e instalação com a força de uma rede nacional. A parcela do financiamento cabe no lugar da conta. No fim, a energia é sua.
A energia elétrica no Brasil subiu em média 69% a cada 5 anos. E desde a lei 14.300, quem conecta o sistema mais tarde paga uma fatia maior da tarifa de distribuição, o chamado Fio B. Traduzindo: o melhor dia para instalar foi ontem. O segundo melhor é hoje.
É quanto a energia elétrica subiu, em média, no Brasil. A conta de luz não espera ninguém: ela cresce mesmo quando o seu consumo fica igual.
São Paulo lidera a geração distribuída no país, com quase o dobro do segundo colocado. Seus vizinhos já perceberam. A pergunta é quando você entra na conta.
Quem já tem geração própria protocolada segue com a regra antiga. Quem conecta agora entra na escadinha abaixo. Quanto antes o sistema é homologado, menor a fatia que você carrega pelos próximos anos.
Mesmo com o Fio B, a conta fecha: o sistema segue se pagando em poucos anos e gerando por mais de 25. O que muda é a velocidade. Por isso a pressa não é discurso de vendedor, é matemática de tarifa.



De preferência as 3 últimas. A nossa engenharia analisa o consumo, o tipo de telhado (cerâmico, metálico ou fibrocimento) e devolve o orçamento pronto, sem custo e sem compromisso.
Equipamentos das maiores fabricantes do mundo, instaladores homologados pela rede e toda a burocracia junto à distribuidora por nossa conta. Você acompanha, a gente executa.
O sistema produz, o excedente vira crédito que vale por 60 meses no mesmo CPF ou CNPJ. A parcela do financiamento ocupa o lugar da conta. Quando ela acaba, sobra o sol.

Dimensionamos e cuidamos de todo o processo: projeto, instalação e homologação do seu sistema. A casa passa a produzir a energia que consome.

Sistema dimensionado para otimizar o payback e proteger o caixa dos reajustes de tarifa. Energia vira linha de investimento, não de despesa.

A propriedade vira uma usina solar: placas no solo, no galpão ou no telhado. Também é o caminho para quem não tem telhado viável na cidade.

Armazenamento para quem precisa de autonomia de verdade. No sistema híbrido, a bateria segura a casa quando a rede cai. No off-grid, você não depende de rede nenhuma.
E depois que o sistema liga? A gente continua no ativo: operação, manutenção e monitoramento são com a Brasil Green. Do projeto on-grid, híbrido, off-grid ou zero grid ao eletroposto para veículos elétricos, quem projeta é quem cuida.
Falar com a genteArraste até o valor médio da sua conta de luz. A simulação usa o caso real de um projeto da rede e o histórico de reajuste da energia. É uma estimativa honesta, não uma promessa: a proposta de verdade sai da engenharia, com a sua conta em mãos.
Estimativas calculadas com tarifa média de R$ 0,92 por kWh (Enel SP, com impostos), financiamento em 60 meses e reajuste histórico da energia de 69% a cada 5 anos. Valores finais dependem do telhado, do consumo real e da análise de crédito.

Financiamento em bancos parceiros, de 48 a 60 meses. Na maioria dos projetos, a parcela fica igual ou menor que a conta de luz atual. Você não tira dinheiro novo do bolso: redireciona o que já gasta. Um exemplo real da rede: uma conta de 1.000 kWh por mês virou um projeto de R$ 28 mil.

Um sistema fotovoltaico não é despesa, é benfeitoria. Imóveis com geração própria valorizam na venda e alugam mais rápido. E se você se mudar, o sistema é removível: as placas vão junto na mudança.

O que o sistema gera e você não consome vira crédito na distribuidora, válido por 60 meses. Dá para abater em outra fatura do mesmo CPF ou CNPJ: a casa de praia, o galpão, a loja. O sol de um telhado pode pagar mais de uma conta.
Trabalhamos com fabricantes globais de painéis e inversores, os mesmos usados em usinas de grande porte. Garantia de fábrica e reposição asseguradas pela rede.







A Brasil Green Energia nasceu em Fortaleza em 2018 e cresceu do Ceará para o país: Nordeste, Rio de Janeiro e agora São Paulo. São mais de 300 profissionais envolvidos direta e indiretamente em projetos que priorizam qualidade, retorno financeiro e soluções inteligentes de energia.
Em São Paulo, isso se traduz em algo simples: você negocia com gente daqui e tem atrás de si a engenharia, a logística e o poder de compra de uma rede nacional. Do primeiro orçamento à operação e manutenção do sistema já rodando, o processo inteiro fica em uma mão só: projeto, execução, homologação e o cuidado com o ativo pelos anos seguintes.

Orçamento aberto, contrato claro e estimativa honesta. Se a conta não fechar para você, a gente diz.
Num setor que já viu muita promessa vazia, cumprir o combinado é o nosso diferencial mais barato e mais raro.
Equipamentos de fabricantes globais, instaladores homologados e atenção aos detalhes, do cabo ao parafuso.
Desenvolvimento tecnológico e sustentável, com paixão por realizar. É o que move a rede desde 2018.

"Eu vi de perto o que a conta de luz faz com o orçamento de uma casa e de uma empresa. Meu trabalho é fazer o sol pagar essa conta, com engenharia séria e sem promessa vazia. O resto é consequência."Raphael Godoy · à frente da Brasil Green Energia em São Paulo
Depende do seu consumo e do telhado. Para dar uma referência real: um projeto da rede para uma conta de 1.000 kWh por mês saiu por R$ 28 mil, instalado. Financiado em 60 meses, a parcela costuma ficar igual ou menor que a própria conta de luz. O orçamento exato sai da análise da sua conta, sem custo.
Você tem duas saídas boas. O sistema é removível: dá para desmontar e levar na mudança. Ou você deixa e vende o imóvel valorizado, porque casa com geração própria vale cerca de 30% mais e sai mais rápido do anúncio.
Funciona, gerando menos. O painel capta radiação, não calor, então dia nublado ainda produz energia. O dimensionamento é feito pela média do ano inteiro: os dias de sol forte compensam os dias fechados. E a chuva ainda ajuda, limpando a poeira dos módulos.
Vale, e a conta é simples. O Fio B encarece a energia compensada aos poucos (45% em 2025, 60% em 2026, 90% em 2028), mas a tarifa cheia também não para de subir: 69% a cada 5 anos, na média histórica. O sistema continua se pagando em poucos anos e gerando por mais de 25. O que a regra muda é o timing: quem conecta antes, paga menos régua.
Os painéis têm garantia de geração de 25 anos ou mais, e seguem produzindo depois disso. O inversor costuma durar de 10 a 15 anos. Manutenção é limpeza periódica e inspeção elétrica, nada parecido com o custo de um carro ou de um ar-condicionado. E essa rotina não fica nas suas costas: a Brasil Green cuida da operação e da manutenção do sistema depois de instalado.
Trabalhamos com bancos parceiros, em prazos de 48 a 60 meses. O projeto é desenhado para a parcela caber no lugar da conta de luz: você troca um boleto eterno por um boleto com data para acabar. Quando a última parcela vence, a energia continua chegando.
Cerâmico, metálico e fibrocimento: os três recebem sistema, cada um com a fixação certa. O que muda é o custo da estrutura, que já vem calculado no orçamento. Se o telhado não for viável ou não existir, há a opção de usina no solo, em terreno próprio.
A instalação é feita por equipes homologadas pela rede, com projeto assinado por engenharia e homologação junto à Enel SP. Depois da ativação, o suporte segue com a gente: acompanhamento de geração, garantia de fábrica dos equipamentos e reposição pela rede nacional.
Energia solar movimenta muito dinheiro e muita promessa. Estes artigos explicam a parte que o anúncio não conta, com número e fonte. Leitura de poucos minutos, aqui mesmo na página.

A pergunta chega todo dia no nosso WhatsApp, e a resposta honesta começa com outra pergunta: quanto você paga de luz hoje? Porque energia solar não é um produto de prateleira, é um projeto financeiro. E projeto financeiro se avalia com número, não com adjetivo.
Um cliente da rede com consumo de 1.000 kWh por mês, algo como R$ 920 de conta na tarifa da Enel SP, recebeu um projeto completo por R$ 28 mil, instalado e homologado. Financiado em 60 meses, a parcela ficou na casa dos R$ 700. Ou seja: ele passou a pagar menos por mês do que pagava de luz, desde o primeiro mês.
O sistema se paga em cerca de 3 anos. Os painéis têm garantia de geração de 25 anos. Sobram mais de duas décadas de energia com custo perto de zero, enquanto a tarifa dos vizinhos segue o ritmo histórico: alta de 69% a cada 5 anos, na média.
Transparência: existem casos em que a resposta é "ainda não". Quem mora de aluguel sem acordo com o proprietário, quem tem sombreamento pesado o dia inteiro ou consumo muito baixo pode não ter retorno interessante agora. Uma análise séria diz isso antes de vender, não depois.
A regra do Fio B encarece aos poucos a energia compensada de quem conecta mais tarde: 45% da fatia em 2025, 60% em 2026, 90% em 2028. O retorno continua bom, mas encolhe a cada ano de espera. Em outras palavras: adiar a decisão também tem preço, ele só não chega em boleto.
Quer saber o número do seu caso? Mande as suas 3 últimas contas de luz. A engenharia devolve o projeto dimensionado, sem custo. Se a conta não fechar para você, a gente fala na cara: espera mais um pouco.
Quer a conta do seu caso, com a sua tarifa e o seu telhado?
Pedir meu orçamento
"Taxação do sol" é um apelido injusto, mas pegou. Ninguém taxa o sol: o que a lei 14.300, de 2022, criou foi uma cobrança gradual pelo uso da rede elétrica, o chamado Fio B. Entender essa regra é a diferença entre decidir com pressa de anúncio e decidir com calma de investidor.
Quando o seu sistema gera mais do que a casa consome, o excedente vai para a rede da distribuidora e vira crédito. Só que essa rede tem custo de manutenção, e o Fio B é a fatia da tarifa que paga por ela. Quem tem geração própria passou a contribuir com uma parte dessa fatia sobre a energia compensada.
A cobrança é uma escadinha: 45% da fatia em 2025, 60% em 2026 e 90% em 2028. Quem protocolou o sistema até 7 de janeiro de 2023 ficou isento até 2045, pela regra de transição.
O Fio B não mata o retorno da energia solar, ele o desacelera para quem entra depois. Cada ano de espera significa duas perdas somadas: você paga mais um ano de conta cheia e entra numa régua de compensação um degrau pior.
Enquanto isso, a tarifa cheia sobe 69% a cada 5 anos, na média histórica. O sistema continua valendo a pena nos três cenários. A diferença é quanto sobra no seu bolso ao longo de 25 anos de geração, e essa diferença chega fácil a dezenas de milhares de reais.
Não é discurso de urgência fabricada: é regra publicada em lei, com datas e percentuais. Se energia solar já estava nos seus planos, antecipar a homologação é a decisão de maior impacto financeiro que você pode tomar neste ano. O protocolo na distribuidora é que trava a sua régua.
Quer travar a régua atual antes da próxima virada?
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Todo mercado que cresce rápido acumula mito na mesma velocidade. Energia solar não escapou. Aqui vão os cinco que mais escutamos em São Paulo, com a resposta técnica de cada um.
O painel capta radiação solar, não calor nem céu azul. Em dia fechado a geração cai, mas não zera. E o dimensionamento do sistema é feito pela média anual de radiação da sua região: os meses ensolarados compensam os chuvosos. São Paulo tem radiação de sobra para o sistema fechar a conta do ano.
Os módulos são feitos para viver 25 anos ou mais a céu aberto: vidro temperado, estrutura de alumínio anodizado, vedação industrial. Chuva, na prática, ajuda: limpa a poeira que reduz a geração.
Cada tipo de telhado (cerâmico, metálico, fibrocimento) tem estrutura de fixação homologada, com vedação própria. Instalação bem feita não compromete o telhado. Por isso insistimos tanto em equipe homologada e projeto assinado por engenharia: o barato malfeito é que vaza.
A rotina é limpeza periódica e uma inspeção elétrica de tempos em tempos. Sem peça de desgaste, sem revisão obrigatória cara. O inversor, único equipamento com vida útil menor, dura de 10 a 15 anos e tem garantia de fábrica.
Conta menor pede projeto menor, com parcela menor. A lógica se mantém: a parcela do financiamento entra no lugar da conta e um dia acaba. A conta de luz, sozinha, não acaba nunca.
Sobrou alguma dúvida do seu caso específico?
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Tem um detalhe da conta de luz que passa despercebido: ela é uma dívida eterna que você já assinou. Todo mês chega, todo ano sobe, e nunca amortiza nada. O financiamento solar existe para virar esse jogo usando o mesmo dinheiro.
O raciocínio é direto. Você paga, digamos, R$ 900 de luz. O projeto solar financiado em 60 meses gera uma parcela parecida ou menor, na casa dos R$ 700. Você não aumentou seu custo mensal: trocou um boleto sem fim por um boleto com data de óbito. Quando a última parcela vence, a energia continua chegando, agora do seu telhado.
Dois ativos entram no seu balanço. O primeiro é o sistema em si, que segue gerando por mais de 25 anos. O segundo é a valorização do imóvel, na casa dos 30% para casas com geração própria. Alugou, vendeu ou passou para os filhos: o telhado que trabalha vai junto no preço.
E se um dia você se mudar, o sistema é removível. As placas desmontam e sobem na mudança como qualquer outro bem seu.
Quem tem o valor à vista e busca retorno: pagar sem financiar encurta o payback para a faixa de 2 a 4 anos, um retorno que aplicação conservadora nenhuma entrega com essa previsibilidade. Os dois caminhos funcionam. O nosso trabalho é apresentar a conta dos dois e deixar a escolha com você.
Quer ver a simulação de parcela para a sua conta?
Simular minha economiaMande seus dados ou chame direto no WhatsApp. A engenharia analisa a sua conta e devolve o orçamento dimensionado, sem custo e sem compromisso. Atendemos todo o estado de São Paulo: capital, interior e litoral.